Banco africano busca parceiros para programa de etanol
Sociedade Sustentável
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) busca parcerias no Brasil que permitam replicar naquele continente o programa brasileiro de produção de bioeletricidade e biocombustíveis. A informação é do gerente da divisão de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do banco de fomento e desenvolvimento, Kurt Lonsway, e do diretor-executivo de Investimentos, Geoffrey Manley.
“Gostaríamos de encorajar algumas companhias brasileiras a investir na África. Queremos mostrar que é uma boa oportunidade, pois o continente apresenta condições agro-climáticas muito semelhantes às brasileiras, e isso representa grande vantagem competitiva na produção do etanol”, diz Manley.
Lonsway explica que a África está começando a olhar para os biocombustíveis. “Eles poderão ser objeto de nosso apoio desde que garantidos os mecanismos de sustentabilidade econômica, social e ambiental no seu processo produtivo. Obviamente o próximo passo será misturar o etanol à gasolina e adotar os carros flex, nos quais poderemos usar 100% deste biocombustível”, afirma. De acordo com os representantes do banco, a idéia é produzir biocombustíveis no continente e exportar para a Europa e a Ásia.
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) busca parcerias no Brasil que permitam replicar naquele continente o programa brasileiro de produção de bioeletricidade e biocombustíveis. A informação é do gerente da divisão de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do banco de fomento e desenvolvimento, Kurt Lonsway, e do diretor-executivo de Investimentos, Geoffrey Manley.
“Gostaríamos de encorajar algumas companhias brasileiras a investir na África. Queremos mostrar que é uma boa oportunidade, pois o continente apresenta condições agro-climáticas muito semelhantes às brasileiras, e isso representa grande vantagem competitiva na produção do etanol”, diz Manley.
Lonsway explica que a África está começando a olhar para os biocombustíveis. “Eles poderão ser objeto de nosso apoio desde que garantidos os mecanismos de sustentabilidade econômica, social e ambiental no seu processo produtivo. Obviamente o próximo passo será misturar o etanol à gasolina e adotar os carros flex, nos quais poderemos usar 100% deste biocombustível”, afirma. De acordo com os representantes do banco, a idéia é produzir biocombustíveis no continente e exportar para a Europa e a Ásia.
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